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O premiado poeta Jorge Amancio conta sua trajetória de vida na tela do Quilombo de Wal

Por Kelly Jenyfer – @kellyjenyferjornalista

O programa ao vivo Quilombo de Wal, transmitido na segunda-feira (09/06) e apresentado por Waleska Barbosa, recebeu o poeta Jorge Amancio para falar sobre sua trajetória de vida.

O programa vai ao ar a cada 15 dias, sempre na segunda-feira, às 19h30, pela TV Comunitária do DF (Canal 12 da Net e nas redes sociais da emissora).

Jorge Amancio compartilha que é graduado em Física, com pós-graduação em Matemática para Professores e em Problemas de Geometria pela Universidade de Brasília (UnB). O poeta já publicou os livros Negrojorgen e Batom D’amor e Morte (Thesaurus, 2007 e 2014, respectivamente), Nósoutrxs (Semim, 2018), Haikus em Preto e Branco (AVA Editora) e o mais recente, O Leopardo que Mata Moscas Inoportunas (Aldeia de Palavra).

“Desde pequeno, eu sempre fui apaixonado por matemática e queria dar aulas”, menciona o convidado da edição. Segundo Jorge Amancio, seus pais foram professores, e isso foi um motivo a mais para ele querer seguir na carreira. “Quando cheguei em Brasília, eu investi tudo na educação e consegui ministrar aulas como professor pelo GDF. Estou há 14 anos aposentado”, completa.

O poeta recebeu o Prêmio Cultura Afro-Brasileira, em 2018, pela Secretaria de Cultura do DF, e o Prêmio Ajodum de Cultura Negra em 2023. Participa de inúmeras antologias e tem poemas publicados em revistas e jornais.

“Eu passei toda a minha adolescência durante o período da ditadura. O jornal que meu pai assinava trazia poesias e foi ali que comecei a ter contato com a literatura. Comecei a publicar minhas poesias em 2007 e, atualmente, tenho cinco livros de poesias publicados. Gosto muito de escrever poemas sobre a negritude”, revela.

O poeta Jorge Amancio diz ainda que percebeu que poderia associar a Física e a Matemática com outras áreas. “Eu já gostava muito de teatro, então combinei teatro e poesia com a Física. A escola onde estudei tinha uma preocupação em aproximar as ciências exatas das ciências humanas. Nós tínhamos muito essa preocupação, então cheguei a Brasília já com o objetivo de interagir essas áreas”, afirma.

Confira mais detalhes desse bate-papo completo aqui:

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