No momento, você está visualizando Amilcar Paré fala de sua trajetória musical no programa Viva a Arte

Amilcar Paré fala de sua trajetória musical no programa Viva a Arte

Por Kelly Jenyfer – @kellyjenyferjornalista

No programa Viva a Arte de sexta-feira (11/07), o multi-instrumentista Boréu recebeu Amilcar Paré para falar sobre sua trajetória musical. Amilcar é violonista, cantor, compositor, arranjador e professor. Atualmente, integra os grupos Filhos de Dona Maria, Afoxé Ogum Pá, Bom Partido, Balança Brasil, Poetas do Samba, e os projetos Buraco do Tatu e Feitiço na Rua. Este programa é uma parceria da TV Comunitária com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa e faz parte da 5ª edição do projeto Brasília Mostra Sua Cara e Cultura.

Logo no início, o apresentador Boréu menciona que este programa, assim como outros anteriores, está sendo dedicado em homenagem ao falecido violonista Félix Junior. Na ocasião, o convidado Amilcar Paré relata se considerar um dos legados de Félix Junior. “Ele foi meu professor e uma das coisas mais importantes que ele me ensinou não foi em sala de aula, mas aprendi bastante ao observá-lo, o quanto ele gostava de tocar. Ele foi um grande artista e a gente só tem a agradecer”, diz.

O músico e instrumentista Paré destaca um dos projetos ao qual faz parte: o Buraco do Tatu, que acontece no Conic, um projeto quinzenal aos domingos. “Além desse, participo de alguns grupos de samba que têm um caráter autoral e fazemos nossa festa mensalmente na Aruc. Sou licenciado em música pela UnB e já participei de muitos projetos sociais, participo até hoje”, compartilha.

De acordo com Amilcar Paré, o período em que mais trabalha tocando grandes sucessos é durante o dia. “Eu sei que existem vários espaços para os artistas em Brasília, só que, infelizmente, a repressão de órgãos públicos em relação aos horários tem acabado com alguns lugares importantes aqui em Brasília, por terem que fechar mais cedo”, relata.

Durante a edição, o apresentador e multi-instrumentista Boréu faz críticas e cobra do governo e do Ministério da Cultura a criação de projetos para divulgar os artistas emergentes. “Para isso tem que ter recursos. Por que não elaborar projetos nas praças públicas e nas periferias das grandes cidades para divulgarmos os talentos que temos?”, questiona. Amilcar completa dizendo que Brasília é um celeiro importante de músicos. “Temos grandes musicistas que acabam fazendo sucesso fora do Brasil justamente por falta de um incentivo maior aqui”, menciona.

O músico e instrumentista Amilcar Paré relembra que começou na música erudita e seu primeiro instrumento foi o piano. “Depois passei para o violão, vim para Brasília e fui para a Escola de Choro Rafael Rabelo. Comecei a popularizar minha música a partir de Tom Jobim, por conta do piano, e hoje o samba é minha raiz. O Paulinho da Viola foi minha porta de entrada para o samba”, compartilha.

Siga o convidado nas redes sociais: @Amilcarparé

Assista a íntegra da entrevista no link abaixo:

Deixe um comentário