Por Kelly Jenyfer – @kellyjenyferjornalista
Ancorado pelo comunicador popular Rogério Barba, o programa Barba na Rua, exibido na segunda-feira (21/07), recebeu os CEOs do Capital Moto Week, Pedro Affonso e Juliana Jacinto para um bate-papo sobre os bastidores do evento. O Capital Moto Week é o maior festival de moto e rock da América Latina e o terceiro maior do mundo.
Este programa é uma parceria da TV Comunitária com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa e faz parte da 5ª edição do projeto Brasília Mostra Sua Cara e Cultura.
Pedro Affonso destaca que durante o próprio festival, toda a equipe já observa o que pode ser melhorado e o que é possível fazer de diferente para que o evento se torne cada ano melhor. “Em setembro, a gente começa a estruturação no papel e as primeiras reuniões de patrocínio, comercial e planejamento. A partir dali o time vai escalando mês a mês até chegar nesse período de execução, que já é a última etapa”, explica.
De acordo com Juliana Jacinto, dos diversos leques de funções dentro do Moto Week, ela e Pedro dividem 17 núcleos de atuação. “Dentre eles estão a sustentabilidade e legados sociais, e o atendimento direto aos Moto Clubes e Moto Grupos, que é onde meu coração pulsa mais forte. A sustentabilidade e legados sociais é um propósito de vida. Às vezes, as pessoas acham que sustentabilidade é só o meio ambiente, mas é também a relação com as pessoas, é como tratamos o mundo e todos os seres que vivem nele”, pontua.
Pedro Affonso relata que, neste ano, o festival conta com um palco principal, quatro temáticos e um alternativo que integra a programação oficial. “Ao todo, vamos ter mais de 110 shows acontecendo durante esses 10 dias de festival. A gente abre seletivas para que as bandas se apresentem e elas não são restritas a bandas somente do DF. Sempre buscamos colocar as bandas do DF em destaque, mas temos bandas do Brasil inteiro aqui”, enfatiza.
Juliana Jacinto diz ainda que eles se preocupam em contratar pessoas para trabalhar no festival independente de orientação sexual, cor ou deficiência, pois há espaço para todos. “Cada ano que passa, fazemos um festival cada vez mais inclusivo e aberto a receber instituições. Esse é o nosso papel, estar fazendo a parte de acessibilidade e inclusão. O projeto Vila do Bem não acontece só nos três dias que abrimos a Vila da Moto de forma gratuita, ela acontece o ano todo, então estamos o ano inteiro fazendo o bem”, ressalta.
Assista aqui a íntegra da entrevista:
https://www.youtube.com/watch?v=YG-DRpdYKFE
