Leila Denise, integrante da coordenação nacional do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), é a convidada do TV MPA desta quarta, dia 29, ao vivo, às 15h30, pela TV Comunitária.
Ela vai falar sobre a Cúpula dos Povos na COP30, em Belém, no Pará, de 12 a 18 de novembro, que receberá a presença de lideranças sociais de vários países, representantes de mais de mil organizações.
O TV MPA vai ao ar nesta quarta, às 15h30, ao vivo, pela TV Comunitária de Brasília.
Onde assistir a TV Comunitária de Brasília: ao vivo no Canal 12 na Claro NET-DF e na home (www.tvcomunitariadf.com), TV Comunitária de Brasília e Satélites (YouTube), Facebook e Instagram (@tvcomdf). O canal também está disponível na Viva Live TV (canal 586), UTV Play Plus (canal 19) e nos streamings da Apple (iMac, iPhone e iPed), Roku Express (nas smarts tvs Philco, AOL e TCL), Samsung, Rede iTV, Olho na TV/Masper TV (https://www.olhosnatv.com.br/2018/09/tv-comunitaria-df.html). O canal está disponível também na palma da sua mão. Basta clicar no link: https://5b7f3c45ab7c2.streamlock.net/8008/8008/playlist.m3u8

CARTA
Em agosto de 2024, na sede da Contag, mais de 100 organizações sociais redigiram uma carta política da Cúpula dos Povos Rumo à COP30.
A carta elencou cinco pontos importantes, entre outros: Transição Justa e Inclusiva; Direito à Terra e Território; Soberania Alimentar; Democratização do Financiamento Climático; e Participação Popular Efetiva.
5 PONTOS
1. Transição Justa e Inclusiva: A carta defende que a transição para uma economia de baixo carbono deve ser popular, justa e inclusiva, garantindo os direitos dos povos mais afetados pela crise climática.
2. Direito à Terra e Território: Destaca a necessidade de reforma urbana e agrária, demarcação de terras indígenas e regularização de territórios quilombolas e de comunidades tradicionais.
3. Soberania Alimentar: A carta propõe o fomento à agroecologia, à agricultura familiar e camponesa, e a valorização da produção indígena e da pesca artesanal.
4. Democratização do Financiamento Climático: Exige financiamento climático justo, fora do mercado de carbono e do endividamento, com a criação de fundos geridos pelas comunidades locais.
5. Participação Popular Efetiva: Convoca organizações, redes, coletivos e movimentos sociais para construir a Cúpula dos Povos, buscando mobilizar a opinião pública e pressionar os tomadores de decisões.
