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No Baú Musical, Fugazzi fala sobre seus nove anos de MC de batalhas de rima e 15 anos de hip-hop

No Baú Musical, Fugazzi fala sobre seus nove anos de MC de batalhas de rima e 15 anos de hip-hop

Na terça-feira (4/11), o programa Baú Musical apresentado pela jornalista Camila Piacesi, abordou as batalhas de rima da nova geração do rap nacional. Para aprofundar o assunto, Piacesi recebeu a artista Fugazzi, que já participou da Batalha da Aldeia em São Paulo, a maior batalha de Hip-Hop do Brasil e hoje reside no Sol Nascente.

A artista relembra que iniciou sua carreira no break dance, dentro do hip-hop. “Meu pai adotivo é um dos fundadores do DF Zulu Breakers, um grande grupo de breakers aqui de Brasília. Quando ele me adotou, me incentivou a entender um pouco da teoria do Hip-Hop. Estudando, comecei a conhecer outros movimentos e, em 2016, vi uma batalha de rima no Recanto das Emas, me interessei e decidi tentar”, compartilha.

Segundo Fugazzi, em 2024, ela gravou um filme chamado Rima, com o rapper Japão (Viela 17), que será lançado no próximo ano. “É um longa-metragem onde o Japão é o personagem principal e eu sou a coadjuvante dele. O personagem entrega um álbum de hip-hop nacional na minha mão, acreditando naquele talento. Foi só um filme, mas para mim foi algo muito surreal. Ele é meu padrinho do hip-hop nacional”, explica.

A convidada da edição destaca que há nove anos é MC de batalhas de rima e tem 15 anos de hip-hop. “Falo muito sobre o dia a dia periférico nas minhas músicas. Onde eu cresci, de onde eu saí, sou filha de usuário de drogas, então tenho um passado pesado, onde eu poderia de todas as maneiras ter escolhido o crime, as drogas e o álcool, mas toda minha história de vida me trouxe a ser a mulher que sou hoje e isso me edifica porque tento mostrar para os meus filhos o que eles podem aceitar e o que devem banir”, enfatiza.

A artista revela que em 2026 lançará um novo álbum chamado Lady Marfim. “Significa rainha do caos e esse álbum fala muito da minha trajetória de vida. Tenho diabetes tipo 1 e algumas doenças crônicas e passei por esse processo sozinha, o que me deu força de vontade para trazer esse álbum. Foi um renascimento para mim”, afirma.

Por Kelly Jenyfer – @kellyjenyferjornalista

Confira a íntegra da entrevista no youtube da TVComDF:

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