Carnaval 2026 é tema do programa Barba na Rua
Ancorado pelo comunicador popular Rogério Barba, o programa Barba na Rua exibido na segunda-feira (12/01) tratou do Carnaval de 2026 com as presenças de Gleidson Barreira de Sá, presidente interino da União das Escolas de Samba e Blocos de Enredo do DF (Uniesbe-DF); e Fábio da Rocha Batista, presidente do Bloco das 11. O programa é uma parceria da TV Comunitária com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa e faz parte da 6ª edição do projeto Brasília Mostra Sua Cara e Cultura.
O presidente interino da Uniesbe-DF, Gleidson de Sá, destaca que apesar de Brasília já ter sido considerada o segundo maior carnaval do país, a capital vem enfrentando problemas de falta de recursos nos últimos tempos.
“Todo ano é a mesma história. Praticamente, as escolas de samba estão fazendo milagre porque o recurso chega em cima da hora”, enfatiza.
O presidente do Bloco das 11, Fábio da Rocha, afirma que o principal objetivo do bloco é se tornar uma escola de samba. “Nossa ideia é descentralizar o Carnaval de Brasília, para que ele também tenha importância em áreas como Estrutural, Taguatinga, Ceilândia, São Sebastião e também para as regiões do Norte, como Sobradinho e Planaltina”, pontua.
Fábio da Rocha menciona que, desde 2012, o Carnaval é realizado na Estrutural com a ajuda da própria comunidade. “Hoje, afirmo que o maior evento cultural que acontece lá é o Carnaval. É bem organizado, mesmo com o pouco recurso que chega até nós e pelo pouco tempo que é dado. Então nos desdobramos para conseguir alguns parceiros e envolvemos toda a cidade”, afirma.
Gleidson de Sá relembra que o calendário para os desfiles das escolas de samba previsto pela Secretaria de Cultura, é para os dias 27 e 28 de fevereiro e 1º de março.
“Acredito que se houvesse investimento, política pública correta e previsibilidade de datas, as escolas de samba de Brasília teriam potencial para ser grandes. E, com mais notoriedade, elas trariam renda para a cidade. Para tudo isso acontecer aqui em Brasília, precisamos de apoio”, reforça.
Por Kelly Jenyfer – @kellyjenyferjornalista
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