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Escola de Samba Bola Preta de Sobradinho defende a cultura negra em movimento o ano inteiro, além de novembro

Escola de Samba Bola Preta de Sobradinho defende a cultura negra em movimento o ano inteiro, além de novembro

O programa Baú Musical, apresentado pela jornalista Camila Piacesi na terça-feira (24/02), abordou a importância do projeto Cultura Negra em Movimento com a participação de Tamá Freire, Mestre Marquinhos e Thiago Fonseca de Almeida, todos integrantes da Escola de Samba Bola Preta de Sobradinho.

Mestre Marquinhos, da Escola de Samba Bola Preta, explica que tudo começou quando a capital do Brasil foi transferida do Rio de Janeiro para Brasília e vários cariocas, funcionários públicos, vieram para a inauguração da cidade. “Brasília passou a ter ainda mais essa veia do samba. As três maiores concentrações de cariocas ficaram no Cruzeiro, Taguatinga e Sobradinho. A partir daí, outras escolas de samba surgiram na cidade”, relata.

Marquinhos afirma que seu pai foi o primeiro mestre de bateria da escola de samba e um dos fundadores desse movimento. “Hoje, a escola recebe jovens interessados em integrar a bateria e outros que desejam desfilar em alas temáticas. Isso nos enche de orgulho, pois o trabalho e a resistência continuam a ser fundamentais”, destaca.

Thiago Fonseca ressalta que é integrante da escola desde 1998. “Além do Bola Preta, trabalho com outros artistas. A cultura não para. Como cavaquinista, defendo a importância de um regionalismo forte em nossa cidade de Sobradinho, que precisa ser mais difundido nas escolas e na sociedade civil”, pontua.

A apresentadora Camila Piacesi destaca que no próximo sábado, dia 28, haverá uma apresentação de samba do Bola Preta na Praça Teodoro Freire, na Quadra 08 de Sobradinho, a partir das 17h.

“No dia 7 de março, estaremos na Feira Modelo. Também teremos um samba na Rodoviária do Plano Piloto e seguiremos até o final do mês de março com samba no pé e cultura negra”, enfatiza o Mestre Marquinhos.

A intérprete Tamá Freire menciona que a cidade de Sobradinho precisa de mais atrativos. “Já temos muita música, mas até os próprios músicos tocam fora porque não há espaço suficiente em Sobradinho para atender a todas essas demandas”, observa. Thiago Fonseca complementa, afirmando que esses espaços deveriam oferecer uma programação mais diversificada e contar com mais incentivos, pois Brasília precisa disso.

Por Kelly Jenyfer – @kellyjenyferjornalista

Confira essa entrevista completa:

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