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Uma multidão se manifestou em frente à ONU para exigir a prisão de Netanyahu e a expulsão de Israel do organismo mundial

Fonte: HISPANTV

Manifestantes que apoiam a Palestina e se opõem ao genocídio israelense na Faixa de Gaza voltaram a ocupar o centro das atenções na terça-feira, em Nova York, onde líderes mundiais, incluindo delegados responsáveis ​​pelo massacre do povo palestino, se reuniram para um debate de alto nível na Assembleia Geral das Nações Unidas.

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Os ativistas, muitos deles usando a kufiya (um lenço tradicional palestino que simboliza a resistência) e carregando a bandeira palestina, gritavam palavras de ordem exigindo a expulsão de Israel da ONU, a imposição de sanções ao regime de ocupação e o envio de uma força de proteção internacional a Gaza para proteger o povo palestino. A multidão também clamava pela libertação da Palestina e pela prisão e julgamento do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, em cumprimento ao mandado de prisão emitido pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) contra ele por cometer crimes de guerra e crimes contra a humanidade contra o povo palestino. O protesto se tornou tenso quando a polícia invadiu a multidão e prendeu quase 60 manifestantes.

Da mesma forma, uma ampla coalizão de grupos pró-Palestina, incluindo o Movimento da Juventude Palestina, o Coletivo Feminista Palestino, a Campanha Americana pelos Direitos Palestinos e o Fórum Popular, convocou uma grande manifestação em Nova York em 26 de setembro para protestar contra a visita de Netanyahu à ONU. • Comissão da ONU confirma genocídio em Gaza; Israel pede sua dissolução “Como um criminoso de guerra pode se dirigir à comunidade internacional enquanto seu exército genocida comete crimes atrozes contra a humanidade?”, questionou Miriam Osman, do Movimento da Juventude Palestina, que considerou as sanções contra Israel o “mínimo necessário”.

• Guterres alerta sobre Gaza: O horror se aproxima de um monstruoso terceiro ano A guerra genocida israelense em Gaza já causou a morte de 65.382 pessoas e deixou outras 166.985 feridas, de acordo com o Ministério da Saúde palestino.

A presença de Netanyahu nas Nações Unidas é particularmente controversa devido à decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de revogar os vistos de 80 autoridades palestinas, incluindo o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, que fará seu discurso por videoconferência. Desde o início da guerra de Israel em Gaza, em outubro de 2023, as visitas de líderes israelenses aos Estados Unidos têm revelado uma divisão gritante: bem-recebidas por autoridades dos escalões mais altos do poder, condenadas por manifestantes nas ruas.

 

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