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A resposta das mulheres sem terra é solidariedade e alimento no prato na luta pela terra

A resposta das mulheres sem terra é solidariedade e alimento no prato na luta pela terra

As cerca de 500 mulheres do MST da Região Centro-Oeste, em luta na Usina CBB, reafirmam: a ocupação foi um grito necessário contra o trabalho escravo, o crime ambiental e o descumprimento da função social da terra. Diante da postura do Governo de Goiás, que escolhe a truculência policial e o despejo em vez do diálogo e da justiça, nossa resposta não será o silêncio.

Embora acatemos a ordem judicial de saída da área, transformamos este momento em um ato de resistência ativa.

A resposta das Mulheres Sem Terra à repressão é a solidariedade e o alimento no prato. Por isso, realizamos a distribuição de alimentos orgânicos produzidos pela agricultura familiar e pela reforma agrária popular.

Enquanto uns defendem cercas marcadas pela exploração, nós oferecemos o fruto da terra para alimentar o povo. Mobilizadas e organizadas, provaremos que a Reforma Agrária Popular é o caminho para combater a fome e as injustiças.

Reforma Agrária Popular: Enfrentar as violências, Ocupar e Organizar!

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