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No dia 1º de abril – Dia da Mentira, o TV Bancários vai debater sobre as mentiras que circulam nas redes sociais e na política nacional e internacional

No dia 1º de abril – Dia da Mentira, o TV Bancários vai debater sobre as mentiras que circulam nas redes sociais e na política nacional e internacional

Para debater sobre o tema, o convidado é o professor José Geraldo, ex-reitor da Universidade de Brasília. O TV Bancários será ao vivo, nesta quarta-feira (1º/4/26), às 14h30, pela TV Comunitária de Brasília, canal 12 na Claro NET-DF, redes sociais da emissora e do Sindicato.

A emissora pode ser vista também nas seguintes plataformas de streaming: Viva Live TV (canal 586 na Europa, Estados Unidos e América Latina), UTV Play Plus (canal 19) e nos streamings da Apple (iMac, iPhone e iPed), Roku Express (nas smarts tvs Philco, AOL e TCL), Samsung, Multicanal (plataforma russa na Roku, LG, Samsung e SmartTV), Rede iTV, Olho na TV/Masper TV (https://www.olhosnatv.com.br/2018/09/tv-comunitaria-df.html).

O canal está disponível também na palma da sua mão. Basta clicar no link: https://5b7f3c45ab7c2.streamlock.net/8008/8008/playlist.m3u8

O dia 1º de abril, conhecido como o “Dia da Mentira”, costuma ser associado a brincadeiras e histórias inofensivas. No entanto, em tempos de redes sociais e circulação massiva de informações, essa data nos convida a uma reflexão mais profunda sobre o impacto das mentiras na sociedade. Se antes eram apenas trotes leves, hoje vivemos uma era em que as chamadas “fake news” se apresentam como verdades, influenciando opiniões, manipulando comportamentos e, muitas vezes, causando danos concretos à vida das pessoas.

Nas plataformas digitais, informações falsas se espalham com velocidade impressionante. Muitas delas são produzidas de forma intencional, com objetivos políticos, econômicos ou ideológicos. Ao se travestirem de notícias confiáveis, essas mentiras ganham aparência de legitimidade, confundindo o público e enfraquecendo o debate democrático. O resultado é um ambiente de desinformação, onde a verdade passa a ser questionada e a confiança nas instituições é abalada.

Esse fenômeno não se limita ao cotidiano das redes. Ao longo da história, narrativas falsas também foram utilizadas como justificativa para ações políticas e militares. Os Estados Unidos, por exemplo, já protagonizaram intervenções internacionais baseadas em argumentos posteriormente contestados ou desmentidos.

Casos como a alegação de armas de destruição em massa no Iraque mostram como informações manipuladas podem servir de pretexto para conflitos, com consequências devastadoras para populações inteiras.

Neste 1º de abril, vão completar 35 dias de ataques dos Estados Unidos contra o Irã, com premissa falsa de impedir que o país venha a ter uma bomba atômica. O recente sequestro do presidente da Venezuela, Nicólas Maduro, e de sua esposa Cilia Flores, uma deputada federal. O presidente Donald Trump acusou Maduro de ser chefe do Cartel de Los Soles, que nunca existiu segundo a própria Justiça do Estado de Nova Iorque.

O golpe militar de 1964 no Brasil é outro exemplo. Ele aconteceu no dia 1º de abril, mas os militares declararam o 31 de março como a data oficial para evitar chacotas com os fardados. A base do golpe estava assentada numa grande mentira. A suposta ameaça comunista serviu de pretexto para barrar as reformas populares do presidente João Goulart.

Atualmente, o ex-presidente Jair Bolsonaro inventa, a cada dia, uma mentira sobre a saúde dele para fugir da prisão na Papuda. Sem contar que a eleição dele se deu a partir de uma facada fake. Ainda na presidência, ele e o filho Carlos Eduardo comandavam, de Palácio do Planalto, o “gabinete do ódio”, com quase 2 milhões de contas fake no ex-twitter.

Diante desse cenário, o 1º de abril deixa de ser apenas um dia de piadas para se tornar um alerta. Mais do que nunca, é fundamental desenvolver o pensamento crítico, verificar fontes e questionar conteúdos antes de compartilhá-los. A verdade, embora nem sempre simples ou imediata, é um valor essencial para a convivência social, a democracia e a justiça.

Assim, transformar o “Dia da Mentira” em um momento de conscientização pode ser um passo importante para enfrentar a desinformação e fortalecer uma cultura baseada na responsabilidade, no respeito e no compromisso com os fatos.

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