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O livro Cabeças Não Morre, de autoria de Nicolas Behr, reúne 39 minibiografias de pessoas que marcaram Brasília nos anos 70 e 80

O livro Cabeças Não Morre, de autoria de Nicolas Behr, reúne 39 minibiografias de pessoas que marcaram Brasília nos anos 70 e 80

O programa Letras & Livros, transmitido ao vivo na sexta-feira (17/04) e apresentado pelo jornalista Pedro César Batista, recebeu o poeta e ambientalista Nicolas Behr para uma conversa sobre o livro Cabeças Não Morre, obra que reúne 39 minibiografias de personagens fundamentais que marcaram Brasília na transição dos anos 1970 para os anos 1980.

O poeta Nicolas Behr explica que o livro narra a trajetória de 39 integrantes da Geração Cabeças que, de diferentes formas, contribuíram para humanizar e transformar a Brasília idealizada por Lúcio Costa.

“No início, entre 1978 e 1979, montava-se um palco todo último domingo do mês nos fundos da Galeria Cabeças, espaço do ator e produtor cultural Néio Lucio, nos gramados da 311 Sul. Funcionava como ponto de encontro para que os jovens pudessem desfrutar da música e da literatura”, relembra Behr.

Nicolas Behr revela que há cerca de 15 anos, começou a idealizar uma homenagem aos artistas que participaram dos Concertos Cabeças e colocou em sua obra com o objetivo de informar e emocionar. A obra apresenta quem foram essas personalidades, onde nasceram, nome completo, formação acadêmica e trajetória profissional. “Incluí também uma memória afetiva minha. Queria um rosto humanizado”, afirma.

O poeta destaca que os Concertos Cabeças representaram um momento de ocupação da cidade. “Foi uma geração que se encontrou muito jovem e disponível. Tudo aconteceu de forma espontânea e conspirava a favor. Era uma série de concertos ao ar livre que reuniam não apenas música, mas também performance, leitura de poesia e apresentações teatrais. Fiquei muito feliz em poder relatar essa experiência e compartilhá-la com as pessoas”, enfatiza.

Behr reforça que o livro estará disponível para download em seu site www.nicolasbehr.com.br. “Não podemos ficar para trás, precisamos acompanhar o tempo e aderir às tecnologias. Mas, para quem preferir a versão impressa, ela está no meu viveiro de plantas no Lago Norte, o Viveiro Pau Brasília, localizado na DF-479, no Polo Verde da Saída Norte do DF. Aos sábados pela manhã, estou sempre por lá”, diz.

Confira a íntegra da entrevista no youtube da TV Comunitária de Brasília: 

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