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Repúdio aos crimes e ao terrorismo de “israel”, ao lobby sionista e seu projeto mordaça

Repúdio aos crimes e ao terrorismo de “israel”, ao lobby sionista e seu projeto mordaça

Imagem do cabeçalho: PAREM O GENOCÍDIO NA PALESTINA, manifestação de 27 de janeiro de 2024 em Madri 

Aos olhos do mundo agora acontece no Irã e no Líbano o mesmo padrão terrorista de crimes perpetrados diariamente por “israel” e Estados Unidos na Faixa de Gaza, na Palestina. 

Palestinos celebrando o Ramadã em meio às ruínas de Rafah, na Faixa de Gaza, março/2025 
Palestinos celebrando o Ramadã em meio às ruínas de Rafah, na Faixa de Gaza, março/2025 
O ataque deliberado e devastador da agressão conjunta EUA/”israel” a uma escola em Minab, no sul do Irã, que deixou mais de 170 mortos, a maioria criança, provocou indignação generalizada. – Foto HispanTv
O ataque deliberado e devastador da agressão conjunta EUA/”israel” a uma escola em Minab, no sul do Irã, que deixou mais de 170 mortos, a maioria criança, provocou indignação generalizada. – Foto HispanTv

Assassinatos em massa de civis, bombardeio de escolas para matar crianças com objetivo de semear terror e pânico, bombas lançadas indiscriminadamente em moradias, implosão de prédios, estabelecimentos comerciais, igrejas, destruição de regiões inteiras, bombardeio de hospitais, de ambulâncias, ataques a população civil, genocídio, assassinatos de mulheres, de médicos e profissionais da saúde, assassinatos seletivos de jornalistas, destruição de redes de energia elétrica, de água, esgoto etc., como alvos prioritários; ataques a Universidades, Centro de Pesquisas, Escolas, deslocamentos forçados, apartheid, e muitas outras atrocidades.

 

Estudantes iraquianos se reuniram na Tahrir Square para protestar e condenar os terroristas  ataques aéreos de Estados Unidos/”israel” que atingiram a escola em Minab, no sul do Irã.

 

Estudantes iraquianos se reuniram na Tahrir Square para protestar e condenar os terroristas  ataques aéreos de Estados Unidos/”israel” que atingiram a escola em Minab, no sul do Irã.

No Brasil e em vários outros países, com o crescente isolamento e repúdio à criminosa entidade genocida, agressora, ocupante e racista; os sionistas fazem lobby e atuam para impor censura, criminalizar e amordaçar as críticas aos atos terroristas de “israel”. Querem tentar calar as denúncias e justos protestos contra a guerra de agressão e os crimes da entidade  nazi-sionista e do celerado Trump/imperialismo ianque. 

Sob o disfarce de combate ao antissemitismo, foram articulados e estão tramitando projetos-lei de censura e criminalização, como o 1.424/2026 apresentado pelo deputado que já fez apologia ao nazismo, Kim Kataguiri e Tabata Amaral, financiada por fundo Constellation, Jorge Paulo Lemann e outros mega-exploradores e sionistas. A proposição segue o mesmo molde sionista do projeto 473/2025, apresentado pelo ex-general Pazuello. Pazuello se notabilizou por deixar faltar oxigênio em Manaus durante a pandemia de covid quando era ministro da saúde e, junto com o nazi-sionista e golpista Jair  Bolsonaro negligenciar o fornecimento de vacinas e o atendimento à saúde da população.

A ação espúria do lobby sionista é internacional, visa respaldar os crimes de “israel” e foi intensificada a partir do 7 de outubro de 2023 quando aconteceu a heroica Operação Palestina “Tempestade de Al-Aqsa”, um ato de autodefesa em resposta a décadas de atrocidades israelenses. O lobby, representado pelo American Jewish Committee (Comitê Judaico Americano) – AJC, descaradamente revela que atua para influenciar diplomatas, autoridades governamentais e líderes religiosos em mais de 100 países e que “trabalha para fortalecer laços entre Brasil e “israel”, combater o “antissemitismo” e neutralizar a influência iraniana”. Com essa missão, aportaram no Brasil, m novembro de 2024, o diretor global do AJC, Ted Deutch, a diretora do Instituto Belfer para Assuntos Latino-Americanos (BILLA), Dina Siegel Vann, e outros sionistas. A AJC também atua em conjunto com a CyberWell, estrutura com sede em “israel” que utiliza “inteligência artificial” e código aberto para identificar críticas nas redes sociais e meios da imprensa popular, pressionando plataformas a remover conteúdo contrários aos interesses da entidade sionista. 

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