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A ativista social Rosi Costa fala sobre educação e militância estudantil na tela do Quilombo de Wal

A ativista social Rosi Costa fala sobre educação e militância estudantil na tela do Quilombo de Wal

Por Kelly Jenyfer – @kellyjenyferjornalista

O programa ao vivo Quilombo de Wal, transmitido na segunda-feira (25/05) e apresentado por Waleska Barbosa, recebeu a ativista social e professora Rosi Costa para uma conversa sobre sua trajetória profissional. Com carreira construída entre a escola pública, a universidade e a gestão pública, Rosi atua em projetos ligados às políticas públicas educacionais.

Rosi Costa compartilha que sempre teve grande apreço pela literatura e aprendeu a ler ainda na infância. “Aos quatro anos de idade eu já lia. A palavra me constitui. Na minha dissertação de mestrado, fiz uma dedicatória de agradecimento à minha mãe, pois foi ela quem me ensinou o traçado das primeiras palavras”, conta.

Além de professora e ativista, Rosi é consultora educacional e pesquisadora na área de educação. Com formação em Letras, mestrado, doutorado e pós-doutorado em Literatura. “Aos 11 anos, comecei a me envolver em um clube de leitura na escola e passei a participar da militância estudantil. Atualmente, trabalho com o desenvolvimento de ações voltadas à educação inclusiva e antirracista”, relata.

“Realizei minha graduação na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Após concluir o mestrado, lecionei fora do Brasil por um período, ensinando língua portuguesa e literatura. Em 2011, retornei para atuar no Ministério da Educação, no mesmo programa que havia implementado no exterior”, explica.

Rosi Costa afirma ainda que retornou ao Brasil para atuar como consultora desse projeto, um programa de formação de professores de educação infantil, no qual trabalhou nos estados do Piauí e de Goiás. “É importante dizer às mulheres, especialmente às mulheres negras, que é possível. Ainda vivenciamos efeitos da meritocracia e precisamos lutar para que as políticas públicas se tornem efetivas, para que todas possamos ocupar o lugar que quisermos”, enfatiza.

Confira a íntegra da entrevista no youtube da TV Comunitária de Brasília: 

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